sábado, 4 de novembro de 2017

Eu, desaparecida?!



Sábado, 4 de novembro de 2017


Ontem, Felipe postou na página dele do Facebook, que eu desapareci...
Eu desapareço pra você, filho! Chega de ser explorada e magoada por você.
Você sabe qual foi a "gota d'água, mas dá uma de esquecido, "preocupado"...
Graças a Deus estou livre de você!
Ao longo do tempo que convivemos éramos felizes, só nós dois, mas, apesar de eu quase implorar pra você não se envolver com essa sua mulher, você resolveu se casar com ela. Mesmo assim, tentei conviver: eu, você e ela... mas você , em pouquíssimo tempo, se transformou em joguete na mão dela. E não era mais você que agia. Era ela. Você se transformou nela! Nunca vi uma coisa dessas! Realmente vocês são um só! Pena que voltados para o mal!
Como sei, que nada vai voltar a ser como antes dessa Diaba entrar em sua vida, eu resolvi abrir mão de você que amo tanto!
Ela conseguiu afastar a família toda de você! Sua mãe, seu pai, sua irmã, seus sobrinhos...e até seu filho Arthur!
E quem sabe um dia, na eternidade, possamos voltar a ser o que éramos até aquele dia fatídico, 17 de março de 2014, quando essa pilantra entrou na sua vida e roubou você de mim!
Estou bem sem você! Estou na PAZ!

                                 Dinorá

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Minha mudança


São Paulo, 26 de outubro de 2017. Quinta-feira

Mudei-me para cá no dia 19/10/2017, portanto 7 dias.

Observo os objetos nesta minha nova residência. Interessante que tudo tem uma simbologia e cada uma tem um significado, senão vejamos. Deitada na cama,


São Paulo, 26 de outubro de 2017. Quinta-feira. 

Mudei-me pra cá no dia 19/10/2017, portanto 7 dias.
Observo os objetos nesta minha nova residência . Interessante que  tudo tem uma simbologia e cada uma tem um significado, senão vejamos.  Deitada na cama, observo o teto. O lustre redondo com um círculo desenhado no centro, pra mim, representam três coisas Por causa dos raios, nesse círculo,  representa o Sol; esses raios poderiam ser pétalas e, nesse caso, seria uma Flor, mas se eu considerar esses raios, nervos sanguíneos já passa a ser a representação de um Olho!
Não é fantástico! Três coisas significativas e importantes em minha vida!
O sol ilumina minha existência; a flor perfuma o meu dia-a-dia e o olho? Com ele vejo a conspiração do Universo, que me faz enxergar a beleza nas pequenas coisas, como esse lustre no teto!

                

Dinorá – 07h36

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Coincidências?



São Paulo, 25 de outubro de 2017.

Gostaria de entender a numerologia.
Número do prédio: 381=12=3; apto 2109=12=3;
Dia em que aqui cheguei: 19/10/2017. 19+10+2017=57=12=3 ou 1+9+1÷0+2+0+1+7= 21=3
A hora que entrei neste apto: 21h
Será que significa algo? Como por ex: que eu vou permanecer aqui 3 anos? Ou 3 meses?

Ou são apenas coincidências!?

Dinorá

sábado, 7 de outubro de 2017


Guarulhos, 07 de outubro de 2017.


A arte de escrever
(O momento da criação)


Há muitos anos escrevo. Fui aperfeiçoando a minha maneira de escrever.
No início, numa primeira fase, escrevia só pra mim, para satisfazer o  meu ego. Nada muito elaborado ou pensado. Escrevia mais poesias...depois, comecei ampliar os horizontes e vi que podia escrever crônicas... Em seguida, timidamente, comecei a emitir opiniões, mais por emoção do que pela razão.
Fui gostando da ideia de escrever, fui mostrando para minha filha mais velha, que se tornou minha primeira e assídua leitora, emitindo opiniões e elogios. Somos amantes da Literatura. 
Vi que escrever é muito bom. 
Diante do número de textos que ia aumentando, as ideias surgindo, ela me criou um blog, onde posto tudo. 
Com o passar do tempo, senti que gosto muito de escrever e, numa segunda fase, comecei a produzir textos bem elaborados, sem muito esforço, pois tudo vem pronto na minha cabeça. 
Hoje em dia, as ideias surgem a qualquer hora, mas até bem pouco tempo, o texto vinha a minha cabeça pronto, durante as madrugadas em que perdia o sono. Imediatamente digito o texto para não perdê-lo no emaranhado de ideias. Por várias vezes me levantei da cama e ia fazer o registro de mais um filho que nascia. E neste caso, sem as dores de um parto normal.  É um momento de pura magia. Podemos produzir um sem-número de palavras com apenas vinte e seis letrinhas! Não é mágico!?
 
                                                          Dinorá





Besteirinhas de uma idosa solitária

No último domingo de setembro, ao meio-dia, fui ao shopping com a intenção de almoçar e assistir a um filme, mas um imprevisto me impediu de eu me distrair.
Fiz o meu prato com salada, arroz e uma coxinha de frango. E para acompanhar a atendente me deu várias opções de suco, mas eu estava mesmo querendo uma cerveja. Ela me ofereceu um chope de 300 ml e eu aceitei. Ela pesou a comida, peguei a comanda e me sentei.
Estava tudo muito bom. Comi tudo prazerosamente. O jarro de chope estava pela metade, a minha mente me dizia para não tomar mais, mas eu resolvi beber até o último gole!
O garçom veio, pediu licença para retirar o meu prato vazio para que eu terminasse o meu chope. Agradeci.
Comecei a passar mal. Toquei no braço de uma garçonete que passava ao meu lado e pedi ajuda.
Fui ficando pálida, sentindo tudo rodar. A garçonete ficou sem ação, eu pedi um balde para vomitar. A demora parecia uma eternidade. O balde chegou tarde demais. 
Eu abri a sacola de lona colorida que carregava e vomitei dentro. Foram três golfadas, daquelas de 'arrancar' o estômago junto. Quase desfaleci.
Chegaram uma socorrista e uma auxiliar de enfermagem plantonista com uma cadeira de rodas e me levaram para a sala de atendimento do shopping. A minha cor não voltava. Queriam me levar pro hospital. A minha pressão arterial baixou mais ainda. 
A atendente acertou na 'mosca' o nome do medicamento que eu tomo pro coração. Aí estava o motivo para quererem me levar ao hospital. Ligaram pra casa, minha filha e meu genro foram me buscar. Eu não quis ir ao hospital. Voltamos para casa. Fui me recuperando. Na segunda-feira me senti melhor. 
Final da história: Não ficou nada no meu estômago. A dona do restaurante não quis cobrar quando meu genro voltou pra pagar a comanda. Ela percebeu que o meu prejuízo foi maior e vai pensar melhor antes de oferecer chope para alguém com o meu perfil. 
Ah... e com a minha sacola de lona tá tudo bem depois de um banho que dei nela. Presente do meu genro, não iria jogá-la fora!
Só voltei a me alimentar normalmente na terça-feira. 
Detalhe: 68 anos. Sozinha. Almoçando. Tomando chope.
É dose não ter mais idade nem mais saúde pra fazer 'besteirinhas.'

                                                                     Dinorá